31 de outubro de 2011
Os jogadores um a um
30 de outubro de 2011
É só para dizer...
VARZIM 3 x Chaves (dos Casanova poveiros anti-Varzim), 0.
SOMOS MESMO MUITO GRANDES!
Varzim vence Chaves com exibição de luxo
O Varzim alinhou com: Miguel; Tiago Lopes, João Faria, Kaiser e Telmo; André, Ibraima (Nelson Agra 86') e Nelsinho e Rui Coentrão (Diogo Andrade 83'); Duarte (Pedro Henrique 56') e Jaime Poulson.
Meter a quinta... e ser do Tirsense "desde pequenino"
Antes de tudo, uma nota para o reiterado comportamento do jornal desportivo A Bola em relação ao Varzim. Em vésperas do importante embate com o Chaves, eis senão quando surge uma notícia de tamanho considerável a abordar a questão dos ordenados em atraso do Varzim. Tive conhecimento da notícia a título informal. Não a li e, por isso, não sei quem a assina. Mas permitam-me um mero exercício especulativo. Ou seja, feitas as devidas salvaguardas, não é uma afirmação... é um "suponhamos", mas concretizando identidades porque, lá diz o povo, "há que chamar os burros pelo nome": se o texto foi assinado por um jornalista de apelido Casanova a turbulência provocada pel'A Bola em torno do Varzim está explicada.
Esse colaborador do diário desportivo é nada mais nada menos do que o irmão do treinador do clube que defrontaremos esta tarde. Isto tem um nome: sujeira. Isto é o qualificativo mínimo que me ocorre para uma atitude cujo vernáculo inteiro do nosso léxico não comportaria. É vil, é mesquinho... é próprio da conduta tendenciosa e militante desse diário desportivo. Pior (dando continuidade a este meu exercício puramente especulativo), a notícia é assinada por um poveiro, irmão do técnico do Desportivo de Chaves, também ele poveiro. Caso para dizer: já nem às escondidas. O ódio que esse jornal nutre pelo Varzim não é de agora. É endémico! Não podem connosco? Ao menos admitam.
Já se sabe que a imprensa desportiva tem cor clubística e preferências. Nada contra essa declaração de interesses... mas a ética não pode ser atropelada e o infractor pôr-se em fuga sem que, pelo menos, seja chamado a atenção... nem que essa seja feita aqui pelos adeptos que se sentem defraudados com tão mau serviço. Vale o que vale, mas sempre é qualquer coisa.
Prosseguindo a minha deriva especulativa, considero que transformar a antevisão do encontro mais importante da jornada numa repetitiva ladaínha do mais grave problema do Varzim (sobretudo depois de Lopes de Castro ter esclarecido que a questão ficará resolvida em breve) serve dois propósitos: dar continuidade à cruzada anti-varzinista d'A Bola e ajudar um membro da família (o irmão) a obter dividendos desportivos, desestabilizando o balneário e os adeptos poveiros.
Terminado o meu exercício puramente especulativo, dou o braço a torcer se estiver errado e peço, desde já, desculpa aos senhores Casanova. Mas isso não apaga o facto d'A Bola ser um jornal militantemente anti-varzinista.
Se o que eu disse estiver certo, está dito. A quem sirva a carapuça, que se acuse (se quiser) e se não gostar, "meta uma real rolha".
Posto isto, vamos ao que importa! O Varzim tem este domingo a possibilidade de alcançar o melhor registo das últimas épocas. Caso vença, será o quinto triunfo consecutivo em sete jornadas. Melhor do que isso só o (ainda) líder Ribeira Brava, que tem mais uma vitória e menos um empate que nós.
Quando o campeonato começou era mais ou menos unânime que este seria o verdadeiro duelo de titãs da nossa série. Um Varzim ferido no seu orgulho pela despromoção, reforçado sobretudo com jogadores fisicamente possantes, mais experientes e conhecedores da realidade do futebol não profissional por oposição a um Chaves que se reforçou com atletas não menos experientes, alguns deles com provas dadas nos dois principais campeonatos nacionais.
O curso do campeonato ditou que aqueles que chagaram a ser apelidados de "galácticos" de Trás-os-Montes tivessem tido um arranque promissor que foi afrouxando nas semanas seguintes. O ponto culminante dessa quebra de forma foi a saída forçada e antes do tempo do técnico João Eusébio.
O Chaves chega por isso ao estádio do Varzim na expectativa de se reencontrar com os bons resultados. A equipa é boa, devemos reconhecê-lo. E, não obstante os resultados menos felizes obtidos recentemente, a verdade é que a procissão ainda só vai no adro. E assim como, neste momento, vemos o Chaves quase no fundo do top 10 da nossa série, também nada garante que nas próximas semanas tenhamos quebras de forma (ou outros problemas) que nos façam cair por aí abaixo, perdendo terreno para a única posição que interessa obter.
Do nosso lado, as quatro vitórias consecutivas - depois de dois desnecessários empates - deram confiança à equipa. Nem o facto de todos os triunfos terem sido pela margem tangencial ofuscam o mérito e o brilhantismo dos nossos bravos jogadores.
No futebol não há futurologia. Há pragmatismo. Há tácticas que se superiorizam umas às outras, há golos que se falham, que se marcam e que se sofrem. O que nos importa é que, nesse diferencial, a sorte e o engenho nos sorriam.
Os dados estão, por isso, lançados: o Chaves não virá à Póvoa com receios. Isso seria meio caminho andado para o insucesso. E o Varzim tem a obrigação de assumir as despesas para subjugar o adversário e levar a melhor no final dos 90 minutos.
E depois disso, resta esperar que o Tirsense aproveite a viagem à Madeira para enfiar um rebuçado de funcho a saber a podre no Ribeira Brava.
Este domingo, o assalto à liderança só será bem sucedido se se verificar esta combinação aparentemente simples: há que meter a quinta (velocidade e vitória) contra o Chaves... e ser do Tirsense... "desde pequenino".
29 de outubro de 2011
Ó VARZIM Ó VARZIM...
Este domingo o Varzim recebe o Desportivo de Chaves, num jogo a contar para a 7ª Jornada da Segunda Divisão.Deixem o Varzim S.C em paz!
28 de outubro de 2011
Vinho do Varzim S.C

Campanha Promocional
CAPA DA CHUVA - 2.50 €
CACHECOL VARZIM LOBOS DO MAR - 2.50 €
PACK COM OS 2 ARTIGOS - 4.00 €
Portanto, quando os associados forem à sede comprar o seu bilhete de jogo, podem aproveitar esta oportunidade promocional.
No jogo de Domingo, o sorteio das rifas vai prosseguir, e desta vez, o clube pretende premiar oito adeptos, colocando em sorteio duas camisolas oficiais e seis garrafas de Vinho Varzim. As rifas serão vendidas à entrada do Estádio com o valor simbólico de 1€.
27 de outubro de 2011
Primeiro jantar superou todas as expectativas
O debate sobre o Processo Estádio foi participativo, mas sem a presença do Eng. Dias Lopes da Hagen, que teve um problema de trânsito.
Muito brevemente o vinho do Varzim S.C estará à venda na sede e loja do nosso clube.
Pode-se dizer, que este primeiro jantar foi um sucesso, e que superou todas as expectativas. O Departamento de Marketing do nosso clube está de parabéns.
26 de outubro de 2011
Em primeira mão...

O lançamento do vinho, é mais logo no jantar...
25 de outubro de 2011
Nem tudo o que começa mal...
… acaba mal. O arranque da nossa agenda de fim-de-semana presenteou-nos com uma derrota diante do clube da terra vizinha… NA NOSSA PRÓPRIA CASA! Depois de uma vantagem (tudo menos promissora), o adversário superiorizou-se e acabou mesmo por ridicularizar-nos, tamanha foi a infantilidade demonstrada na forma como sofremos o segundo golo. O rival fez a festa na nossa casa com a estupidez que o caracteriza, dizendo que estamos na terceira divisão do futebol nacional. Pura provocação. Indescritível ignorância. Mas, mesmo que tal fosse verdade, um facto permanece incontornável: os varzinistas têm orgulho no seu clube, esteja ele em que divisão estiver.
E isso é algo que nunca veremos nos adeptos da agremiação desportiva da cidade com nome de vila. O que os incomoda, e faz do VARZIM um clube imensamente maior que o deles, é verem que nós estamos sempre ao lado do nosso clube, dos Benjamins aos Juniores… da II Liga à II Divisão Nacional, na III ou nos distritais.
VARZIM SEMPRE É VARZIM SEMPRE!!!!! Sem subsídio dependência camarária e com os melhores adeptos do mundo. Continuo a achar que seria interessante ver o nosso vizinho a passar pelo mesmo processo que nós presentemente atravessamos e perceber até que ponto o apoio dos adeptos se mantinha ou, até, crescia. Seria um teste interessante, mas longe de mim desejar o insucesso de tal agremiação desportiva. Cada qual siga o seu caminho e goze bem a sua rota. A verdade é que eu não perco um cêntimo da minha carteira ou um segundo da minha existência a pensar nos sucessos ou nos insucessos da equipa que veste de verde e branco e que milita – com todo o mérito, sublinhe-se – na primeira liga de futebol. Ao contrário, na blogosfera terceiro-mundista dos nossos rivais, eu vejo posts, comentários às toneladas eivados não de rivalidade, mas de ódio e de escárnio contra o nosso clube. Na nossa pequenez (dizem eles) nós somos enormíssimos.
Somos importantes demais para gente que até se dá ao trabalho de fazer adaptações a clássicos da nossa literatura (como o Manifesto Anti-Dantas) para expressar a sua repulsa em relação a nós. É triste. E, sobretudo, revela uma falta de criatividade e de vida própria.
Mas eu quero é saber do meu clube! Eu quero é continuar a festejar os nossos triunfos, eu quero que, depois de Famalicão, façamos novamente a festa no final do jogo com o Chaves e não percamos terreno na luta pela liderança que nos conduza ao play-off de subida à Liga Orangina.
Só isso interessa! É evidente que queria que tivéssemos ganho ao clube vila-condense. Desta vez não deu. Paciência! Não me faz perder o sono nem o apetite. Além disso, não é um insucesso que faz de nós os piores do mundo. Se ambos os lados observarem, honestamente, o histórico de resultados entre ambos os clubes, em todos os escalões de formação, todos seremos levados a concluir, por imposição factual, que o Varzim é superior em toda a linha.
Por outro lado, os talentos formados na nossa casa que hoje dão cartas em planos maiores do nosso futebol são a mais cabal prova da nossa competência: Salvador Agra (Olhanense), Rafael Lopes (Vitória de Setúbal e vice-campeão mundial de Sub-20), Luís Neto (Nacional da Madeira), Ricardo (guarda-redes da Académica), Pedrinho (ex-Académica, actualmente no Lorient de França)… isto para já não falar de Yazalde Gomes Pinto, o melhor jogador da instituição desportiva vizinha que, por ironia das ironias, fez toda a sua formação no nosso VARZIM.
Para mim, a fase em que me magoava vê-lo envergar aquela camisola já passou. Hoje é um orgulho saber que o Yaza é mais um dos nossos a dar cartas na principal prova do futebol português e até como internacional da sua categoria.
E, já agora, que orgulho foi (e que bem mencionado neste blogue) ver o terceiro golo do Portugal x Islândia de qualificação para o Euro 2012 totalmente Made in Varzim. Do cruzamento de Bruno Alves à concretização de Hélder Postiga. FORAM FEITOS CÁ! FOI AQUI QUE ELES NASCERAM PARA O FUTEBOL!
Foi também no Varzim que o nosso ex-capitão António Miranda se fez jogador de qualidades inquestionáveis, tendo mesmo ingressado no Benfica, juntamente com outro grande nome da nossa história: Vata Manatu Garcia.
Mas deixemos o passado e olhemos o presente e o futuro. A nossa cantera continua a dar às selecções jovens novos talentos: Rafael Miranda, José Postiga, João Gamboa e Rui Moreira têm um risonho futuro pela frente.
E na nossa equipa profissional, importa seguir com atenção valores emergentes como Rui Coentrão, Nelson Agra ou Zé Diogo. E mais nomes poderia citar, mas fico-me por aqui.
Claro que os enervados vizinhos dirão que me esqueço de Fábio Coentrão, formado entre eles. É o único caso de sucesso que se lhes conhece. E, por sinal, um triste exemplo de desportivismo e maturidade. Mais: seria interessante que a Federação Portuguesa de Futebol não crucificasse apenas Ricardo Carvalho no caso da renúncia à selecção dias antes da deslocação a Nicósia. Tanto quanto todos sabemos, pelo que foi relatado na imprensa da especialidade, o central ao serviço do Real Madrid de Mourinho “desertou” ao volante do carro de Coentrão.
Mas isso são outros domínios, que ultrapassam largamente a rivalidade que separa os dois principais emblemas da Póvoa de Varzim e da cidade com nome de vila. Mas há algo que os factos não apagam: ele foi formado lá, é um excelente jogador na sua posição, teve engenho e sorte para ir subindo na sua carreira até chegar ao topo do futebol europeu.
Mas quando olho para ele, recordo-me sempre do puto respingão e mal educado, cheio de manias e de vícios… formado aqui ao lado e não entre nós. Talvez a nossa escola lhe tivesse moldado os acessos próprios da estupidez da juventude.
Mas adiante! O futuro é já no próximo fim-de-semana. De candidatos à partida está o mundo cheio. Os aspirantes à subida vêm-se no campo e não no número de páginas que a imprensa desportiva lhes dedica ou nos nomes sonantes das contratações que fizeram no defeso.
O Chaves está aí. E não quer deixar-se cair tabela abaixo, afastando-se dos primeiros lugares.
Mas nós também sabemos o que queremos. Queremos a nossa quinta vitória consecutiva. Depois do arranque tímido, com dois empates, despachámos (com maior ou menor dificuldade) o Tirsense, o Vizela, o Macedo de Cavaleiros e o Famalicão.
Venha o próximo. Estamos à espera!
PS - uma palavra aos Rapazes da Superior 1915. Continuem com essa dinâmica. É bom ver como este grupo, que mais não é do que uma refundação da Brigata Alvi-Negra de 1996, consegue arrastar atrás de si cerca de uma centena de adeptos varzinistas até Famalicão numa tarde agressiva de Inverno. Mas, já agora, um apelo: apoiar, cantar, tochas decorativas, só na bancada por favor. Em casa ou fora. Eu sei que quem sente isto com toda a paixão pode ser levado a cometer alguns excessos. Mas depois quem paga é o Varzim. E a precariedade das nossas finanças dispensa bem as desnecessárias coimas que nos são aplicadas pela FPF.
24 de outubro de 2011
Os jogadores um a um
3 Tiago Lopes: Já disse mais do que uma vez que o Tiago Lopes está melhor do que o ano passado, alguém duvida?
3 Kaiser: Palavras para quê?
3 Telmo: Teve algumas falhas na primeira parte, mas na segunda parte voltou a ser aquele Telmo que todos nós conhecemos.
4 Nelson Agra: Estreou-se a titular esta época, e pode-se dizer que cumpriu na perfeição. O treinador Dito pode contar com ele.
4 Ibraima: De muito nos valeu ao meio-campo.
3 André: Mais uma peça fundamental no centro do terreno. Nestes jogos é importante ter um bom meio-campo.
2 Moreira: Saíu tocado. Espero que não seja nada de grave.
3 Jaime Poulson: Deu dores de cabeça aos centrais do Famalicão. É um elemento sempre presente no ataque.
3 Duarte: Foi difícil adaptar-se a este tipo de terreno, é um jogador que aposta mais na velocidade.
3 Rui Coentrão: É um perigo nos contra-ataques, pena não optar da melhor forma as duas situações de perigo que teve.
3 Jorge Humberto: Jogou à frente dos centrais e deu bem conta do recado.
3 Emanuel: Entrou para reforçar o lado direito. Ainda subiu algumas vezes no terreno.
23 de outubro de 2011
Apanhei uma grande molha, mas valeu a pena...
O Varzim alinhou com: Miguel, Tiago Lopes, João Faria, Kaiser, Telmo, Nelson Agra, Ibraima, André, Moreira, Jaime Poulson e Duarte.
22 de outubro de 2011
Vamos vestir Famalicão de Preto & Branco!
O Varzim desloca-se este domingo a Famalicão, num jogo a contar para a 6ª Jornada desta Segunda Divisão.

